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Conforme indícios desde a última reunião do COPOM, foi concretizada mais uma redução na taxa básica da Selic, para 4,5%, com reflexos favoráveis no crescimento da economia.

A decisão do COPOM foi fundamentada em dois cenários da economia brasileira: a inflação dos próximos dois anos ficará praticamente estável e abaixo das metas, sendo 3,5% em 2020 e 3,4% em 2021, com metas de 4,0% e 3,75%, respectivamente. Este cenário leva em consideração o câmbio entre R$ 4,00 e R$ 4,10.

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Um cenário mais otimista na expectativa inflacionária para 2020 levou o COPOM a reduzir 0,5% na taxa Selic, que fica em 5,0%. Sinalizando inclusive que na próxima reunião, a última do ano, poderá realizar mais uma redução no mesmo nível desta, o que leva, esta taxa, no fechamento do ano para 4,5%. O Brasil que ocupou por anos o primeiro lugar na lista mundial como líder na mais alta taxa de juros, posiciona agora em 8º lugar e poderá encerar o ano ainda numa melhor posição.

 

Porém, o Banco Central sinalizou precaução em relação à atual situação da economia, embora tenha mantido a estimativa da inflação para 2020 em 3,6%, abaixo da meta que é de 4,0%, e a projeção do câmbio foi elevada de R$3,90 para R$4,00.  Com uma alerta de que se a taxa do câmbio for mantida em R$4,00 pode puxar a inflação ligeiramente para cima.

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